sábado, 29 de dezembro de 2012

O que devo vestir para este reveillion?

O que você vai vestir para a vira do ano? Alguma sugestão interessante?
Muitos têm o habito de vestir certa roupa, pois acreditam que sem ela não terão sorte no novo ano.
Você já está sabendo qual é a tendência deste ano? É simplesmente maravilhosa. Podemos dizer que se trata de um “modelo retro”, que fará a gente  “bombar” em mais um ano.  Você me ajuda coloca-lo em evidência?
Vamos lá:
Vistam-se de misericórdia, de bondade, de humildade, de delicadeza e de paciência.
Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa. Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros.
E para ressaltar sua beleza:
Tenham amor, pois o amor une perfeitamente todas as coisas. E que a paz que Cristo dá dirija vocês nas suas decisões. E sejam agradecidos. Que a mensagem de Cristo, com toda a sua riqueza, viva no coração de vocês! E tudo o que vocês fizerem ou disserem, façam em nome do Senhor Jesus e por meio dele agradeçam a Deus, o Pai. (Cl 3. 12-17)
Uah ficou perfeito. Você não acha? Vamos vesti-la para a chegada do novo ano?
Não busque este modelito em seu armário, em seu coração, provavelmente encontrarás só roupa velha e suja. Com muita humildade deixe Jesus Cristo vestir você. Assim estarás bem vestido(a) para todo o ano de 2013, e o melhor, estarás sempre na moda.
Carlos Kracke – Pastor da Paróquia “Bom Pastor” de Blumenau

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Números e o futuro

Conforme matéria neste jornal da última terça-feira, o dia 12/12/12 foi para os numerólogos o fim de um ciclo e renovação. “Para os supersticiosos, a dica é aproveitar o dia para fazer novos planos”, comentou a reportagem. A famosa profecia do fim do mundo para o próximo 21 emerge da mesma fonte: os números. Foi também através de interpretação em números que segmentos religiosos nos últimos séculos marcaram vários fins do mundo. Já para os que sonham com a sorte em jogos de azar, números também pipocam nos pensamentos. Por meio de “vibrações” de números, há aqueles que até mudam o nome para uma influência positiva na vida. E agora com a virada do ano, os algarismos conduzem previsões de coisas boas e ruins num mercado ansioso pelo consumo do que vai acontecer. Números e o futuro, sem dúvida, despertam grande interesse. Como lidar com isto sem que nossa vida, agora e depois, sofra influências negativas?

Sobre o fim do mundo,

Jesus foi específico: “Não cabe a vocês saber a ocasião ou o dia” (Atos 1.7). Quanto a qualquer tentativa de desvendar o amanhã, há uma recomendação para aqueles que se orientam pela Bíblia: “Não deixem que no meio do povo haja adivinhos” (Deuteronômio 18.10). Levítico 19.31 também diz: “Não procurem a ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos e dos que adivinham o futuro”. E sobre a real capacidade humana de prognosticar? Não arrisco responder. Mas ouso arriscar em dizer que tentar enxergar o que ainda não aconteceu é seguir por um caminho arriscado. E por um simples fato dito por Jesus: “Não fiquem preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã trará as suas próprias preocupações” (Mateus 6.34). Desvendar o futuro é desconfiar de Deus e sobrecarregar-se de ansiedades. “O Senhor é quem me ajuda e eu não tenho medo (...) Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre” (Hebreus 13). É bem mais saudável viver assim, longe dos números. Já bastam aqueles nas contas para pagar.

Marcos Schmidt
 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Programa Cinco Minutos com Jesus 2012 - Angélica Carolina Aura Schreiber...

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A faca e o queijo

Domingo estaremos com a faca e o queijo na mão, mas como evitar que depois roubem o nosso queijo? Este é um detalhe que ainda precisamos aprender. O julgamento do Mensalão tem mostrado que nem tudo está perdido, e quem sabe, depois de escolhermos o nosso prefeito e vereadores, tenhamos mais audácia para pressioná-los ou denunciá-los. Até porque eles são colocados lá para o bem comum da sociedade e não para serem servidos por ela. “Eu vim para servir”, disse Jesus aos seus discípulos, indicando o caminho para fazerem o mesmo. A política é um discipulado. As pessoas públicas são colocadas nos seus lugares por Deus, e para isto pagamos impostos, escreve Paulo (Romanos 13.6). Assim o voto é divino, e, portanto um compromisso cristão.
 
Mas um compromisso também para cobrar. É assim na vida cristã, somos responsáveis uns pelos outros. “Se o seu irmão pecar vá e mostre o erro dele” (Mateus 18.15), lembra o Salvador. Na administração pública deve acontecer o mesmo. Até porque se um prefeito ou vereador está pecando por negligência, irresponsabilidade, corrupção, falcatruas, sendo infiel à sua vocação, quem é responsável por denunciar estas iniquidades? Somos nós, aqueles que os elegeram. Portanto, chega de falar dos políticos corruptos, falemos aos políticos corruptos. Para isto a sociedade civil deveria conhecer melhor os mecanismos para que o povo não fique refém entre uma e outra eleição.
 
Outra coisa, e se o vereador fosse voluntário, isto é, sem salário como era antigamente? Eu penso que se tivéssemos vereadores voluntários, os eleitos seriam pessoas movidas por legítimo civismo, além de eliminarmos muitos interesseiros. Mas domingo é preciso escolher, e eu já sei em quem não vou votar: naqueles que fazem barulho. Afinal, como pedir ajuda a um vereador com a lei do silêncio se ele mesmo não a respeitou na sua campanha?  Um simples detalhe entre outros para que depois não roubem o nosso queijo.  

Marcos Schmidt

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

São sempre os mesmos!


“São sempre os mesmos!” Esta frase vem sendo feita em diversas áreas de nossa Igreja. Em diversos momentos escutei alguém da Liga de Servas dizer: São sampre as mesmas, pastor! Nos departamentos de Jovens e leigos também é comum escutarmos esta afirmação. E quando falamos em eleição de Diretoria? Seja da Paróquia, comunidade ou de qualquer departamento, sempre a constatação parece a mesma: São sempre os mesmos!

Porque isso acontece? Qual o motivo de sempre termos as mesmas pessoas em cargos de liderança, no apoio, nas ofertas, enfim, sempre os mesmos servindo ao Senhor com Alegria?

Não adianta culpar os inativos, apáticos, mornos, relaxados... seja qual for a nomenclatura que usamos para descrever aos cristãos que não cooperam. A resposta tem muito haver com a vida de Santificação que nós temos como cristãos, não adianta fugir. A responsabilidade está em nós. 

Em 1 Pe 2.9 está escrito assim: “Mas vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a ele. Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz”.

Na qualidade de Nação Santa, povo exclusivo de Deus vivemos de maneira coerente com o que somos. E o coerente a nação Santa é ter uma vida santificada. Quanto mais ocupamos nossas vidas com o Senhor, mais ativos nos tornamos, mais santificada fica nossa vida! São sempre os mesmos que cooperam, porque são sempre os mesmos que se fortalecem, são sempre os mesmos que se dão conta de que sua vida é um servirço ao Senhor!

Quando nos damos conta de que fazemos parte de uma raça escolhida, uma nação totalmente dedicada a Deus, naturalmente brota nós o desejo de anunciar os atos poderosos daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Passo a servir, passou a fazer parte daqueles que sempre são chamados de “os mesmos”. 

Constatamos então que a solução para o problema do “são sempre os mesmos” é fazer com que TODOS sejam “os mesmos”. Complicado, não é? Não para Deus. É anunciando os seus atos poderosos a TODOS que o Espírito Santo trará mais pessoas a se unirem a nós: “Os mesmos que Servem ao Senhor sempre”. Amém.

Igor Marcelo Schreiber

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

No pódio da vida

Os Jogos Olímpicos são a expressão máxima deste desejo humano em competir e conquistar. São 204 países que disputam 39 modalidades de 26 esportes. Se pensarmos nos desafios diários pela sobrevivência, nosso peito estaria repleto de medalhas. A própria existência é uma conquista, pois cada um subiu ao pódio após uma corrida que deixou para trás 200 a 500 milhões de espermatozoides. Se chegamos até onde chegamos, é porque vencemos. É claro, muitos não seguem as regras e ganham de forma ilegítima. Mas qual o gosto de receber o prêmio de um dinheiro desonesto? De uma promoção puxando o tapete do colega? De uma prova de vestibular que foi colada? Deve ser chata a vida destes políticos corruptos, empresários desonestos, desta gente que sempre acha um jeitinho para “vencer” na vida. Melhor é disputar com integridade e sentir o prazer da vitória com honradez. Já dizia Salomão que “a honestidade torna mais fácil a vida dos bons, porém os maus causarão a sua própria desgraça” (Provérbios 11.5).
 
O apóstolo Paulo também usou os Jogos Olímpicos para comparar, mas foi com a vida espiritual: “Todo atleta que está treinando aguenta exercícios duros porque quer receber uma coroa de folhas de louro, uma coroa que, aliás, não dura muito. Mas nós queremos receber uma coroa que dura para sempre. Por isto corro direto para a linha final. Também sou como um lutador de boxe que não perde nenhum golpe. (1 Coríntios 9.25,26). No entanto, o escritor bíblico lembra que em qualquer situação a vitória sempre depende do esforço de Cristo (Romanos 8.37). Por isto o testemunho dele: “Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus (Filipenses 3.14). Na verdade, tanto no aspecto físico como espiritual, em Cristo “vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17.28).  O que não elimina o preparo, a dedicação, o interesse humano. Bem disse Jesus: Se alguém quer me seguir, então carregue a sua cruz.
 
Marcos Schmidt

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A verdade sempre aparece

Aos 96 anos, João Havelange, ex-presidente da Fifa, junto com seu ex-genro Ricardo Teixeira, foi condenado pela Justiça da Suíça pelas propinas de empresas patrocinadoras. Uma desonra, ele que é uma das figuras mais ilustres na história do futebol. Levou tempo, mas a verdade veio à tona. Algo parecido com a vida do criminoso nazista mais procurado do mundo, Laszlo Csatary, 97 anos, acusado pelo extermínio de 15 mil judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Passaram seis décadas, mas na semana passada a polícia encontrou o nazista escondido na Hungria sob a pele de bom velhinho. Evidentemente que não se pode comparar Havelange com Csatary, mas um detalhe comum caracteriza os dois: a anciã Mentira derrotada pela jovem Verdade.
 
Isto é bíblico, que “a mentira tem vida curta, mas a verdade vive para sempre” (Provérbios 12.19). Esta “perna curta” da mentira pode ser um dia ou 50 anos, não importa. Ela continua curta diante da verdade que dura para sempre. Vejam a situação do ex-presidente e senador Collor depois das revelações de sua ex-esposa Rosane, conforme o Fantástico do domingo passado. Aliás, parece que tudo na vida destas pessoas se transforma em “ex".  O que deve ser um alerta para todos os corruptos deste país que hoje exercem posições de destaque e vivem sob o manto da honradez. Um dia serão descobertos pela implacável jovem Verdade e o que lhes restará?
 
Um alerta para todos nós, sobretudo quando as Escrituras dizem: “Se dizemos que não temos pecados, estamos nos enganando, e não há verdade em nós” (1 João 1.9). O texto segue dizendo que Jesus é o Advogado para aqueles que se arrependem e buscam a ajuda dele. Uma ajuda disponível tanto para um criminoso de guerra como para alguém que chama o outro de idiota (Mateus 5.22).  Por isto, mesmo quando no derradeiro tribunal “tudo o que está em segredo será conhecido e revelado” (Lucas 8.17), percebe-se reiteradamente que também no curso desta vida a verdade sempre aparece.
 
Marcos Schmidt
pastor luterano

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